
"Acreditamos que ele tinha cúmplices, pelo menos até a fase de execução", afirmou.
Um carro explodiu por volta das 17h (14h de Brasília) na região de Drottninggatan. Cerca de 15 minutos depois, uma segunda explosão ocorreu a 300 metros do local. Além do autor, os atentados não deixaram mortos.
Testemunhas disseram que um homem encontrado morto após a segunda explosão em Estocolmo teria consigo um dispositivo explosivo.
Segundo Lindstrand, o homem que cometeu o atentado está "98% identificado", devido à apuração de imagens feitas por câmeras de segurança. O procurador ressalta que ainda não existe uma identificação oficial, por meio de DNA ou testemunho de familiares.
Relatos ainda não confirmados apontam que o suicida seria Taimour Abdulwahab al-Abdaly, 29 anos. Ele viveu na cidade inglesa de Luton, no condado de Bedfordshire.
De acordo com a polícia britânica, um mandado de busca foi executado na casa de Abdaly em Luton, de acordo com o Ato sobre Terrorismo de 2000.
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Erro na detonação
Lindstrand disse que o suspeito estava muito bem equipado. A hipótese mais provável, segundo o procurador, é que o homem estaria vestindo um cinto com explosivos, que foi acionado antes do esperado.
O procurador-geral acredita que a ideia teria sido realizar a detonação em um local mais movimentado, como na estação central ou em uma loja de departamentos.
Lindstrand afirmou ainda que o suspeito comprou o carro usado no atentado no mês de novembro.
O chefe do departamento de segurança sueco, Anders Tornberg, pediu que a população do país mantenha a calma.
"Nós não vemos nenhuma razão para a preocupação que vemos agora", disse Tornberg. “A ameaça permanece no mesmo nível que antes do ataque, ou seja, é uma ameaça elevada. Mas nós vamos reavaliar isto hora após hora, dia a dia".
Perfil na internet
Um perfil de Abdaly em um site de relacionamentos amorosos muçulmano o descreve como formado em fisioterapia pela Universidade de Berdfordshire. A instituição não comentou a informação.
Abdaly disse ter nascido em Bagdá, no Iraque, e se mudado para a Suécia em 1992, antes de chegar à Grã-Bretanha, para estudar, em 2001.
Ele disse ter se casado em 2004 e ter duas filhas pequenas.
“Quero me casar de novo, e gostaria de ter uma grande família. Minha mulher concordou com isso”, disse.
E-mails investigados
A polícia sueca investiga uma série de e-mails enviados pouco antes das explosões com ameaças de ataques por causa da participação sueca na coalizão militar internacional no Afeganistão. A Suécia mantém 500 soldados no país.
Os e-mails, enviados ao serviço de segurança sueco e à agência de notícias TT, pediam que os mujahideen (combatentes islâmicos) se levantassem na Suécia e na Europa e prometiam a morte de suecos, “como nossos irmãos e irmãs”.
Eles também atacaram o país em represália às caricaturas do profeta Maomé desenhadas pelo artista sueco Lars Vilks.
EFE
Barahona.- Un museo para honrar a la actriz María Montez será construido por el Gobierno en el solar donde estuvo la casa en que nació la artista en esta ciudad, anunció el ingeniero Luis Sifres, encargado de la Oficina Supervisora de Obras del Estado (OISOE). "María Montez fue una heroína dominicana, una prócer", expresó Sifres. Añadió que está identificado con el proyecto memorial, "por lo que como Gobierno nos sentimos en el compromiso de honrar la memoria de María Montez".
Franklin Torres, el nuevo talento de la salsa está sonando su primer sencillo la ´´La perra está en olla´´, la cual está escalando en el gusto de países como Centro América, Venezuela, Colombia y Panamá. El joven cantante y compositor a pesar de que aún no ha sonado en la radio nacional, su música contagiosa está cabalgando de una manera espectacular en las principales discotecas del país, licor store y colmadotes de Santo Domingo.


WASHINGTON (AP) - La secretaria de Estado Hillary Rodham Clinton viaja el lunes por la mañana a Canadá a fin de sostener conversaciones con sus homólogos de Canadá y México sobre comercio, seguridad y la lucha contra la delincuencia transnacional.
Washington, 13 dic (EFE).- Al menos ocho armerías en Texas se cuentan entre las mayores proveedoras de armas de fuego "incautadas por la Policía en la brutal guerra de traficantes de drogas en México", según un artículo que publica hoy el diario The Washington Post.